Limpa Fossa em Porto Alegre Zona Norte

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Limpa Fossa em Porto Alegre Zona Norte – A gestão de resíduos e tratamento de efluentes tem sido por muitas décadas um grande desafio de diversos setores produtivos. Se antes as empresas preocupavam-se apenas em retirar seus resíduos do local.

Sem se importarem com a destinação final, hoje é percebido uma atenção especial a todo processo. O que inclui a idoneidade das empresas encarregadas de transporte e tratamento, exigindo documentos técnicos e licenças. Diversos problemas podem ocorrer quando os resíduos.

Líquidos, na sua maioria tóxicos e perigosos, não são tratados corretamente. Empresas que atuam ilegalmente também estão sujeitas a autuações de órgãos como Fepam, Ibama, Polícia Ambiental e Ministério Público, além de perderem certificações ambientais, como ISO 14001.

Além de contaminar a água, os resíduos prejudicam a vida presente nos rios e, sendo assim, influenciam também a rotina do ser humano, podendo causar doenças e, em casos mais graves, até a morte. Por isso, todo efluente residencial e industrial coletado deve ser encaminhado a estações.

De tratamento de esgoto (ETE) autorizadas e com todas as licenças em dia. Resíduo da empresa é problema da empresa. O descarte de resíduos por terceiros não isenta a geradora dos resíduos de responsabilidade no caso de infração. Conforme a Lei nº 9.605/98 referente a Crimes.

Ambientais, a empresa em caso de descarte inadequado poderá ser punida nas três esferas distintas, sendo a administrativa, civil e penal. Existem várias estações de tratamento de efluentes (ETE) espalhadas pelo Brasil – só no Rio Grande do Sul existem cerca de dez empresas habilitadas.

Para executar essa atividade – com o objetivo de diminuir a quantidade de poluentes antes de despejá-lo na natureza. E todos os efluentes que voltam à natureza precisam se enquadrar nos parâmetros estabelecidos pela Resolução 357 do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama).

Ligado ao Ministério do Meio Ambiente. A norma, em vigor desde março de 2005, reclassificou os corpos de água e definiu novos padrões para o lançamento de efluentes. Ela prevê pena de prisão a administradores de empresas ou responsáveis técnicos que não cumpram os parâmetros.

A palavra esgoto é utilizada, quase sempre, para caracterizar os despejos provenientes dos diversos usos e da origem das águas, tais como as de uso doméstico, comercial, industrial, as de utilidade pública, de áreas agrícolas e outros efluentes. A água residual (esgoto) costuma ser classificado.

Em dois grupos principais: sanitário e industrial. O primeiro é constituído essencialmente de despejos domésticos, uma parcela de águas pluviais e, eventualmente, uma parcela não significativa de despejos industriais, tendo características bem definidas. Já o esgoto industrial.

Extremamente diverso, provém de qualquer utilização da água para fins industriais. Assim sendo, cada indústria deverá ser considerada separadamente, uma vez que seus efluentes necessitam de diferentes processos de tratamento. Basicamente, o tratamento de efluentes se divide.

Mas fases físico-química e a biológica. Na primeira, há a remoção dos contaminantes através de reações químicas que fazem a separação das fases sólidas e líquidas do efluente. Já o tratamento biológico dos efluentes, é realizado por meio de bactérias e outros microrganismos que.

Consomem a matéria orgânica poluente através do processo respiratório. Dentro dessas duas grandes fases, porém, existem várias outras etapas. Em uma ETE convencional, o efluente passa por cinco etapas – pré-tratamento, tratamento primário; tratamento secundário; tratamento.

Do lodo; tratamento terciário – antes de ser devolvido ao meio ambiente ou reutilizado.


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