Dedetizadora na Zona Sul Porto Alegre

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Dedetizadora na Zona Sul Porto Alegre

Notícia do Blog:

Conheça o programa para controle de pombos da Construsul

A falta de controle de pombos nas áreas urbanas faz com que a população desta ave se multiplique nas cidades, tornando-as um sério risco à saúde humana. As colônias produzem uma grande quantidade de fezes, que abrigam bactérias, fungos e alguns vírus, podendo transmitir várias doenças como criptococose, histoplasmose, ornitose, salmonelose, toxoplasmose, encefalite, dermatites, alergias respiratórias, doença de Newcastle, aspergilose e tuberculose aviária.

Os pombos são capazes de contaminar alimentos em empresas, como armazéns, supermercados, lanchonetes ou depósitos. Nas praças, os pombos sujam os bancos, monumentos e outras estruturas com suas fezes, que além da sujeira, acaba provocando corrosão em muitos materiais e degradando o patrimônio público e histórico.

O pombo-comum, também conhecido como pombo-doméstico ou pombo-das-rochas (Columba livia), é uma ave columbiforme bastante frequente em áreas urbanas. Sua plumagem é normalmente em tons de cinzento, mais claro nas asas que no peito e cabeça, com cauda riscada de negro e pescoço esverdeado.

Caracterizam-se, em geral, pelos reflexos metálicos na plumagem, cabeça e pés pequenos, bicos com ceroma ou elevação na base e a ponta deste em forma de gancho. O bico é vermelho, curto e fino, com 3,8 cm de comprimento médio. Alimenta-se de sementes, grãos e frutas e, nas cidades, do que estiver disponível nas ruas, incluindo resíduos.

O aumento populacional dos pombos se deve à ausência de predadores nas grandes cidades para este animal e sua rápida reprodução. Por isso, o controle dos pombos deve ser feito no sentido de inibi-los ou afugenta-los dos locais urbanos e nunca de eliminação. Ele visa reduzir de maneira gradual a população de um local, através da redução de abrigo e fontes de alimentação.

Os métodos de controle de pombos incluem o manejo de alimentação, barreiras físicas de acesso ao abrigo e a locais de nidificação. Frestas em telhados, principalmente de lugares altos, são portas de entrada para pombos e outras aves que se adaptaram a viver em ambientes urbanos. Os pombos preferem lugares altos para poderem observar o ambiente em que vivem e para obtenção de comida. É importante também restringir áreas onde os pombos pousam e espantar os animais existentes no local.

Toda atividade desenvolvida para o controle de pombos deve ser cuidadosamente planejada, para evitar a morte das aves ou seu sofrimento. Apesar de serem considerados pragas urbanas pela Instrução Normativa n° 141 do IBAMA, os pombos não podem ser exterminados, conforme a Lei de Crimes Ambientais (Lei Federal nº
9.605/98). Por isso, os métodos para o controle de pombos dividem-se em três categorias – mecânicos, químicos e sonoros.

Métodos mecânicos – são três os tipos: instalação de espículas (método resistente e com resultado rápido), fios tensionados (o resultado é rápido, mas exige manutenção a longo prazo) e telas e rede (outro método resistente e com resultado rápido).

Métodos químicos – entre os mais eficazes está o gel repelente. O método acelera na repelência, porém com pouca durabilidade. Outro método químico é o de termo nebulização de repelente, que afasta os animais instantaneamente, auxiliando no controle.

Métodos sonoros – inclui a instalação de ultrassom, que afasta as aves instantaneamente. Entretanto, está comprovado que os pombos se acostumam em menos de 30 dias com o som produzido.

Cuidados básicos devem ser adotados na hora de verificar áreas de abrigo ou infestadas por pombos. É fundamental o uso de luvas, máscaras e soluções umectantes para remoção mecânica da sujeira. O uso de equipamentos de proteção individual (EPI) evita a inalação de esporos de fungos presentes em fezes contaminadas. Os mesmos cuidados devem ser tomados no desalojamento e desinfecção das áreas.


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