Dedetizadora na Zona Sul de Porto Alegre

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Notícia do Blog:

Controle de pragas: cuidados no manejo de morcegos

As modificações do ambiente provocadas pelos seres humanos propiciaram a multiplicação dos morcegos, que se adaptaram muito bem as áreas urbanas, devido à grande oferta de abrigos e alimentos. As edificações, juntamente com a iluminação pública, tiveram um papel fundamental para a adaptação dos quirópteros na cidade.

Enquanto uma atende à demanda de abrigos, a iluminação promove a atração de muitos insetos, que fazem parte da dieta destes mamíferos. Único mamífero com real capacidade de voo, eles são considerados animais sinantrópicos (aqueles de convívio indesejado para o homem e possíveis transmissores de doenças).

Matar morcegos é crime, pois os animais silvestres são protegidos pela legislação ambiental brasileira, sendo que as infrações são passíveis de penalidades civis, penais e administrativas. Seu manejo deve ser feito com cuidado, preferencialmente por profissionais especializados em controle de pragas urbanas.

A presença de morcegos aumenta na primavera e verão. Nas áreas urbanas, vivem os morcegos que se alimentam de insetos, frutas, néctar de flores e peixes. Esses animais desempenham importante função, comendo até 15 gramas de mosquitos por noite. Já os hematófagos, que se alimentam de sangue, se localizam nas áreas rurais. Em Porto Alegre, por exemplo, eles começam a chegar no mês de novembro.

Os bairros com maior presença dos animais são Cidade Baixa, Bom Fim e Centro, por possuírem edificações mais antigas. O maior incômodo gerado pela presença dos morcegos é o odor das fezes que, por vezes, caem de forros mal instalados. O período recomendado para manejo de morcegos em telhados é o período de outono e inverno, época na qual, teoricamente, não há presença de filhotes recém-nascidos nas colônias.

O fato dos morcegos serem de hábito noturno torna seu contato com o homem pouco frequente, mas sua presença em domicílios ou nas suas proximidades constitui um problema que pode atingir grandes proporções, muitas vezes com implicações para a higiene e saúde pública. O abrigo em ambientes domiciliares aumenta a chance de contato e, pelo fato de também pertencerem a mesma classe Mammalia, podem se tornar transmissores não intencionais de algumas doenças (raiva, arboviroses, histoplasmose, tripanossomíase, leptospirose, salmonelose, criptococose e riquetsiose).

Não toque em morcegos que por ventura tenham entrado em sua casa ou caído no chão, pois podem morder para se defender. Algumas espécies podem, eventualmente, transmitir o vírus da raiva para outros animais, como o homem. Chame uma empresa de controle de pragas especializada no manejo de morcegos. Os profissionais deverão usar sempre equipamentos de proteção, como luvas, máscaras e botas de borracha.

O manejo de morcegos em áreas urbanas pode ser realizado por empresas dedetizadoras, desde que cadastradas e licenciadas pela Fundação Estadual de Proteção Ambiental Henrique Luiz Roessler (FEPAM), conforme as limitações impostas pela Instrução Normativa nº 141, de dezembro de 2006 (Regulamenta o controle e o manejo ambiental da fauna sinantrópica nociva) e demais legislações ambientais.

Um método para o controle das pragas como o morcego e que obtém bom resultado é a substituição de algumas telhas de barro por telhas de vidro ou de plástico transparente. Com a incidência da luz passando pelo material translúcido, o ambiente claro do forro incomoda os morcegos, que vão em busca de outro lugar para dormir.

Em residências existem outros locais que podem ser ocupados como abrigos por morcegos, como, por exemplo, os vãos entre o equipamento de ar-condicionado, vãos de janelas e persianas. O adentramento de morcegos em residências é um fato comum nas áreas urbanas, principalmente na primavera e verão, pois é neste período que os morcegos dão à luz aos filhotes.

– Os morcegos pertencem à Ordem Chiroptera, constituindo o segundo maior grupo de mamíferos. São polinizadores, disseminadores de sementes de numerosas plantas, controlam as populações de insetos, suas fezes (guano) são fertilizantes e sua saliva é objeto de estudo na farmacologia.

– Uma importante característica dos morcegos é a capacidade de emitir ultrassons, isto é, sons de alta frequência, pela boca ou pelas narinas e captar o eco destes sons que retorna ao encontrar algum objeto – a eco localização.

– Atualmente são conhecidas no mundo pouco mais de 1.000 espécies – 174 foram registradas até o momento no Brasil. No Rio Grande do Sul (RS) há registro de 36 espécies incluídas em quatro famílias de morcegos: Noctilionidae, Phyllostomidae, Vespertilionidae e Molossidae. As três espécies exclusivamente hematófagas (que se alimentam de sangue) ocorrem somente na Região Neotropical, todas ocorrendo no Brasil. No Rio Grande do Sul, até o momento, só foi encontrada uma delas, Desmodus rotundus.

– Os morcegos apresentam grande diversificação de hábitos alimentares, o que lhes confere importante papel ecológico. Há espécies exclusivamente insetívoras, como os representantes das famílias Vespertilionidae e Molossidae que são importantes controladores das populações de insetos. Na família Phyllostomidae as espécies apresentam grande diversidade em suas dietas.


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